EP 002 – Aprenda a avaliar os seus Objectivos.

Será que os nossos objectivos estão definidos de forma a ajudar-nos a caminhar na direcção certa para os nossos sonhos? Ou será que estes objectivos prejudicam e atrasam-nos para torna-los realidade? Enquanto não dedicarmos um tempinho para parar e realmente avalia-los, nunca saberemos se vale ou não a pena segui-los antes que os resultados sejam indesejáveis.

Oiça com muita atenção a este episódio:

Exercício:

Elaborar um questionário simples para determinar se você é ou não movido por objectivos. Responda apenas sim ou não. Se não tiver a certeza, não responda.

Perguntas Sim Não
Consegue relaxar enquanto não tem à vista a consecução do seu objectivo?
Quando alcança o seu objectivo, sente-se feliz?
Se não alcança os seus objectivos, sente uma grande decepção?
Mantém-se empenhado nos seus objectivos a qualquer preço?
Sente-se obcecado com os seus objectivos?
Está à espera do futuro para poder ser feliz?
Sente que falta alguma coisa na sua vida?
Está na disposição de sentir-se frustrado agora, enquanto espera atingir os seus objectivos no futuro?
As outras pessoas perguntam-lhe se está com algum problema, quando tudo o que faz é planear a maneira de concretizar os objectivos?
Está a levar os seus objectivos mais além para fazer feliz outra pessoa?
Sente dificuldade em falar de outros assuntos que não sejam os seus objectivos?

Se respondeu sim a 3 ou mais destas perguntas, então é movido pelos seus objectivos.

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“O teu alvo é a Lua. Mesmo que falhes, aterrarás no meio das estrelas.”

Les Brown, assessor para objectivos de vida.

 

Existe no conhecimento moderno uma mudança, tendente a evoluir, de um mundo orientado para os objectivos para um despertar para outra forma de vida – o presente. Uma definição rigorosa de objectivos cria estruturas que mantêm as pessoas fora do momento presente e a olharem permanentemente para o futuro. Se estes objectivos são destruidores ou úteis, a longo ou a curto prazo, é irrelevante. O exercício de olhar para o futuro antes de podermos “viver” é um paradigma que funciona contra o fluxo da vida. É o fazer depender a felicidade desse objectivo que nos afasta da vida como se fosse umas longas férias. Não se pretende com isto dizer que as pessoas não necessitam de objectivos, mas sim que a ligação aos resultados é o que nos faz saltar para fora do momento.

Quando estamos de férias por exemplo, não temos a mesma atitude em relação aos objectivos. Quando planeamos o dia, escolhemos coisas que gostamos de fazer: por exemplo no meu caso, alugar uma prancha de surf ou bicicleta, experimentar nova gastronomia, passear pelas ruas do centro da cidade. Mas, se os planos não se concretizarem por surgir outro programa, não importa. Não estamos amarrados ao resultado dos objectivos, porque estes não estão gravados na pedra. Temos em nós o “espirito das férias”: qualquer mambo está bom, uma ou outra opção serve, desde que dê para relaxar e seja algo novo!

O resto do ano, podemos sentir-nos estimulados pelos nossos objectivos. O problema não são os objectivos em si: é o facto de sermos comandados por eles que cria o stresse. Não é possível avaliar com exactidão quais os melhores interesses para o futuro tomando por base o conhecimento limitado que possuímos hoje. Quando somos dirigidos pelos objectivos, temos pouco espaço de manobra.

Uma vez que os objectivos são, pela sua própria natureza, rígidos, podemos limitar a nossa criatividade natural e tornarmo-nos rígidos, inflexíveis ou paralisados. Não podemos apresentar novas ideias e descobertas fora do campo de visão que é controlado por objectivos.

Os objectivos também dificultam o caminho da menor resistência, se tornarem-se compulsivos. Tal como se fossem uma droga, podemos tornar-nos dependentes de objectivos ineficazes como forma de escapar à situação presente. É a velha abordagem do “Quando lá chegar, estará tudo bem”. É um mito, mas ser estimulado por objectivos pode ser completamente justificado por uma sociedade estabelecida e movida por objectivos ou a falta dos mesmos.

Vamos elaborar um questionário simples para determinar se você é ou não movido por objectivos. Responda apenas sim ou não. Se não tiver a certeza, não responda.

Perguntas Sim Não
Consegue relaxar enquanto não tem à vista a consecução do seu objectivo?
Quando alcança o seu objectivo, sente-se feliz?
Se não alcança os seus objectivos, sente uma grande decepção?
Mantém-se empenhado nos seus objectivos a qualquer preço?
Sente-se obcecado com os seus objectivos?
Está à espera do futuro para poder ser feliz?
Sente que falta alguma coisa na sua vida?
Está na disposição de sentir-se frustrado agora, enquanto espera atingir os seus objectivos no futuro?
As outras pessoas perguntam-lhe se está com algum problema, quando tudo o que faz é planear a maneira de concretizar os objectivos?
Está a levar os seus objectivos mais além para fazer feliz outra pessoa?
Sente dificuldade em falar de outros assuntos que não sejam os seus objectivos?

Se respondeu sim a 3 ou mais destas perguntas, então é movido pelos seus objectivos.

Apenas por um momento, imagine o que seria a sua vida se acabasse com todos os objectivos? Se só a ideia de o fazer já o deixa incomodado, isso é ilustrativo. Define-se a si mesmo através dos objectivos? Os seus objectivos podem colar-se tanto à maneira como se vê a si próprio, que acabou por esquecer-se da razão de ser desses objectivos e já nem sequer os põe em causa devido à forte pressão para ser bem sucedido entre as pessoas que o rodeiam. Pense nisso: está a seguir um caminho que derivou de alguns objectivos definidos há anos atrás?

O dia em que puser em causa os seus objectivos e perguntar a si próprio para quem ou para quê continua com eles, pode ser o dia da libertação. Quais são os seus princípios? Está a trabalhar para objectivos sustentados por esses princípios, ou os seus objectivos permaneceram os mesmos enquanto os princípios se alteraram? Os objectivos constituem uma limitação ao mantê-lo concentrado nos resultados e sem espaço para respirar no momento e sentir a alegria de estar simplesmente vivo no mundo de hoje?

Espero que tenha sido do vosso agrado e que tenha inspirado a parar para avaliar os seus objectivos, redefini-los e partir para a acção.

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Muito obrigada pela atenção.

“Tamu juntos!”

Abraço,

LV

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Lisa Videira

Fundadora da Academia Nzoji, Bloguista, Palestrante Motivacional, Coach de Alto Rendimento/Produtividade e Atleta de Desportos Radicais.

Acredita que o sucesso não depende da sorte, mas sim de cada um de nós. Todos temos o potencial de realizar os nossos sonhos, basta construi-los.

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